Peemedebista que se alia a tucano passa a ser considerado limpo pela mídia

Os únicos políticos honestos do PMDB são aqueles que são aliados dos governos do PSDB. Sarney quando fazia parte da base aliada de FHC era honesto, Renan Calheiros era um santo, Orestes Quércia quando se aliou ao limpíssimo José Serra se tornou num beato, um  verdadeiro filho de maria.
Daniel Dantas, os Marinho, os Civita, os Frias, os Mesquita, todos estes são aliados dos tucanos e só por isso, são considerados gente finíssima.
Querem ver o PMDB ficar limpinho?
É só ele se aliar aos tucanos em 2014, aí os jornalistas leões-de-chácara nazistas que prestam suas fezes jornalísticas para os chefes das gangs que eles pertencem, por encanto vão consideram os peemedebistas todos gente honesta.
Basta ser aliados a esses vermes e chafurdar nas mesmas fezes que eles chafurdam que os políticos já passam a ser honestos.



Escrito por Robertinho às 21h26
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7 de set. de 2011, Marchas do Movimento 171 Contra a Corrupção, esqueceram de chamar Daniel Dantas, Fernandinho Beira-Mar, FHC, Marcola, Maluf, Serra, Alckmin, Kassab, Globo, Veja, Folha, Estadão, Bento XVI, o Bispo de Guarulhos, Suzane Richthofen e os Nardoni pra participar, tudo gente finíssima.
Malandros e espertinhos que são os "cansados de corrupção desde que não sejam as dos tucanos", não exigiram as prisões perpétuas do ex-presidente da república Daniel Dantas e dos ajudantes de ordens dele FHC e José Serra, esses malacos afanaram a Cia. Vale do Rio Doce e estão soltos até hoje.



Escrito por Robertinho às 21h39
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Então está aberta e liberada a instalação de câmeras clandestinas em nossas casas?
Quem os donos da Veja, Folha, Estadão, Globos, Record, Carta Capital tem recebido em seus escritórios ou casas ultimamente?
Teríamos então liberdades para instalar câmeras nestes locais?
É isso?
Tá liberado?
Aqueles aqui que estão criticando Dirceu, gostariam de ter câmeras clandestinas instaladas em suas casas, ou escritórios, ou de seus familiares?
Ou só vale pra Zé Dirceu?



Escrito por Robertinho às 06h32
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Governos, Alesp e Imprensa de São Paulo são limpos

Não conheço partidos mais limpos que o PIG (Partido da Imprensa Corrupta e Golpista) e o prestador de serviços PSDBDEMPPS.

Você amigo leitor já ouviu falar de 1995 pra cá, de algum caso de corrupção envolvendo secretários do Governo de São Paulo ou de gente da base de apoio de Covas, Alckmin e Serra na Alesp?

Não?
De obras superfaturadas, licitações fraudulentas, enriquecimento ilícito, altas elevações patrimoniais de políticos ou empresários ligados a negócios envolvendo o projeto tucano de quase duas décadas no Estado de São Paulo?
Não?
Nem verás.
A corrupção está em Brasília e se instalou lá em 1° de janeiro de 2002.
De lá pra cá todos os dias repórteres do PIG feito cães farejadores procuram vestígios de corrupção envolvendo tudo o que diz respeito ao Governo Federal.
Enquato isso, em São Paulo, governos e deputados estaduais e empresas ongs etc deitam e rolam felizes longe da caça implacável de corrupção e de corruptos por parte dos cães farejadores de corrupção do PIG.
E o PT/SP resignado, voluntariosamente se cala.



Escrito por Robertinho às 05h59
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A CRISE DE ABSTINÊNCIA E O ALAMBIQUE MIDIÁTICO

É notório o esforço conservador para circunscrever  os distúrbios registrados em Londres, os mais violentos da onda de manifestações iniciada nos países árabes, à sua dimensão policial. Comprimi-los  ao prontuário das delegacias é uma questão de coerência, especialmente  para a mídia que durante décadas destilou o veneno que está por trás dessas e de outras rebeliões que faíscam do longo crepúsculo neoliberal no  planeta. Exumar esse material narrativo é importante não apenas como documentação do passado. Trata-se de uma vacina para o futuro, num momento em que muitas de suas premissas e promessas revelam-se uma falácia, desdobrando-se em explosiva crise social de abstinência material e subjetiva. No caso brasileiro, um dos alambiques responsáveis por ministrar doses tóxicas de mercadismo & individualismo da selva à classe média, anos a fio  -sem prejuízo de outros provedores de efeito letal semelhante-  é a revista Veja. Em setembro de 2003, por exemplo, a semanal da  Abril - editora que inclui a educação entre as prioridades de negócios atualmente, com a venda maciça de ‘conteúdo' apostilado  à rede pública de ensino de SP-- dedicou-se a um balanço daquilo que anunciou como sendo: " ... 35 anos da história do Brasil e do mundo contado a Veja por quem a fez". E quem a fez? No quesito ícones da economia, Veja consagrou então, respectivamente, Margareth Thatcher, a Dama de Ferro, autora da pérola "isso a que chamam sociedade não existe; que existe são os indivíduos"; e o não menos preclaro militante do individualismo exacerbado, Friedrich von Hayek, para quem o vale-tudo dos mercados era o requisito da liberdade humana. Os acontecimentos em Londres dão uma pequena idéia do esgarçamento social produzido por esse ‘experimento' de interesses lucrativamente reverberados  pelos Civita, Marinhos e Murdochs. Não por acaso os mesmos que agora mobilizam desesperado esforço reinterpretativo para legitimar uma terapia da crise feita de doses adicionais do veneno que a gerou. (Leia mais no especial ‘O berço neoliberal: a Inglaterra de Tatcher a Tottenham)

(Agência Carta Maior; Domingo, 14/08/ 2011).



Escrito por Robertinho às 19h25
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A Corrupção e a grande Imprensa

As pessoas que prestam o mínimo de atenção ao noticiário político perceberam que desde a posse de Luiz Inácio Lula da Silva como Presidente da República em 1° de janeiro de 2003 houve na grande(?) Imprensa um aumento gigantesco nas denúncias de corrupção envolvendo gente ligada ao Governo Federal, sejam ministros, assessores, auxiliares, parlamentares da base de apoio no Congresso Nacional, agentes públicos e privados, etc, ou seja, com atividades e ações nas esferas públicas do país.

Pessoas desatentas e outras cujos raciocínios são pautados pela má fé têm a impressão de que desde que o Partido dos Trabalhadores assumiu o comando do país a corrupção tomou conta do governo, de que a grande maioria dos políticos desse partido ou ligados à administração petista são corruptos, o que não é verdade.

Mas então, porque tanta denúncia de corrupção feita pela chamada grande Imprensa envolvendo os governos do PT?

As respostas são simples e óbvias, mas exigem atenção e principalmente honestidade intelectual para entendê-las. Vamos a algumas, já que um pequeno começo delas demandaria um enorme livro:

O Partido dos Trabalhadores é o único dos grandes partidos do país que surgiu a partir da organização política de movimentos sociais de trabalhadores rurais e urbanos, de intelectuais de esquerda, de religiosos e fiéis progressistas de várias religiões, e para horror da elite conservadora, corrupta e racista do Brasil, essa agremiação partidária nasceu sob o comando de Luiz Inácio da Silva, o Lula, um metalúrgico de origem nordestina e pior e oriundo da classe explorada e excluída deste país, os pobres.

Os grandes veículos de comunicação brasileiros são de propriedade de famílias poderosas do ponto de vista econômico, financeiro, político e ideológico. Conservadoras, extremamente corruptas e concentradoras das principais riquezas do país essas famílias nutrem verdadeiro ódio ao PT, a seus integrantes. Tudo fizeram, fazem e farão para impedir a chegada de petistas ao comando de governos, seja dos municípios, dos estados, ou do país. Lula nunca perdeu uma eleição para um candidato ou partido, só para a grande Imprensa, cujo maior papel nestes 511 anos após a invasão européia deste território, tem sido manipular, e ultimamente tentar manipular a “opinião pública”.

O PT é um partido de esquerda e de origem popular, enquanto que os demais grandes partidos têm origem em grupos oriundos das elites, aos quais os barões da mídia são a facção mais poderosa, que sempre entenderam que os políticos devem sempre lhes prestar serviços. Cínicos, corruptos e mercenários, os donos da grande Imprensa não perdoam políticos que não roubam pra eles e em nome deles.

A grande Imprensa nunca se importa em denunciar corrupção política quando esta é cometida em seu nome e por políticos, partidos e governos que lhes prestam serviços, o caso mais escabroso de corrupção política da História do Brasil foi o “Programa Nacional de Desestatização” iniciado no governo de Fernando Collor de Mello e levados às últimas consequências no período 1995/2002 no governo de Fernando Henrique Cardoso quando se deu uma verdadeira pilhagem e desmonte do patrimônio estrutural do país. FHC promoveu uma verdadeira ação entre inimigos da Pátria, praticamente doando setores estratégicos da Nação entregando-os a empresários nacionais e estrangeiros. Entre as inúmeras empresas doadas está a Companhia Vale do Rio Doce, na época a maior mineradora de ferro do mundo avaliada em um trilhão de dólares e repassada a um consórcio nacional e estrangeiro por apenas 3,3 bilhões de reais, e o pior, assim como é a Petrobrás, a Vale do Rio Doce era um dos pilares estruturais da Pátria e não pode ser subtraída da Nação por se tratar de patrimônio e legado às gerações futuras.

A “Roubatização do Brasil” como ficou conhecida, nunca foi e jamais será denunciada pela grande Imprensa porque muitos dos seus donos são integrantes das quadrilhas que pilharam o nosso País, e essa gente não é dada a delatar comparsas, sabem que mais do que fazer-lhes companhia na cadeia, teriam que devolver à Nação tudo o que roubaram, e com a devida correção, é claro.

Se a grande Imprensa quer demostrar zelo pela ética, precisaria antes de tudo, exigir que devolvam a Vale ao Povo Brasileiro que é o seu verdadeiro e legítimo dono, se não o fizer, seu denuncismo soará sempre seletivo, fajuto, hipócrita e malandro.



Escrito por Robertinho às 19h23
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